13.2.04

Procura-se boy toy


Não me atenta, baranga!


Um pequeno adendo para dizer que ontem foi um dia histórico. Finalmente consegui ver Amor, Estranho Amor. Eu não prestei muita atenção na história, lógico. Quem quer história quando a graça é ver a rainha dos baixinhos atentando um molecote que poderia muito bem estar no meio da criançada-platéia em seu futuro (e não muito distante) programa de TV?

Óbvio. Xuxa é uma atriz nojenta de filme infantilóide, agora imagine-a bancando uma putola do sul nos idos de 1937, vestida de ursinho, nariz pré-faca e dentucinha. É divinamente tosca!

Na verdade só gostaria de saber do paradeiro do tal moleque, que no filme, em um dia de bordel, conseguiu ser atacado por três proletárias do sexo. Na vida real, no entanto, imagino que ele deve ter chegado na escola abafando: quem mais com treze anos teria conseguido bolinar a Xuxa, a Vera Fischer e (ao que tudo indica, pois a diferença com o estado atual é imensa) a saudosa Matilde Mastrangi?

Cadê o moleque? Eu gostaria de ser a ghost writer do livro dele.