16.3.04

Amélie mon amour

Eu sei, eu sei. Sou anglófila - ou mais especificamente britófila - até a medula. Meu negócio é chá, fog e fleuma (não comigo exatamente, que sou colérica e bem latRina nesse sentido). Mas ultimamente fui acometida por uma francofilia incrível. Nem mesmo ultrapassei o passé composé, mas super me meto à besta. Ouvido é tudo, néam? Depois, ando mergulhada em pâte à choux, detrémpres e tournages. Confeitaria é a seção mais francófila da gastronomia, eu acho (uh!).

Além disso, adooooooooro O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, um filme feito obviamente para cativar retardadas do meu naipe. Vivo caçando coisas.

Por exemplo, há um tempo atrás li um artigo numa revista francesa de turismo sobre o Montmartre de Amélie. O Jean-Pierre Jeunet disse que o verdadeiro bairro não é o mesmo do filme e tem direito a merda de cachorro na calçada (achou que Higienópolis e Copacabana eram únicos?) e engarrafamento. Mas hoje encontrei este aqui enquanto eu trabalhava. É lógico que já inclui no meu roteiro idílico parisiense, ao lado do Père Lachaise (não é por causa do Jim Morrison, sua byana, mas pela Edith Piaf e o Oscar Wilde) e o Parque do Asterix.

Este outro também tem umas coisinhas sobre o bairro, mas o aspecto toscolândia-geocities irrita.

Uma retardada pensa que parece com a Amélie. Cuende. Coitada... precisa comer muito crème brûlée nesta vida. Só podia ser canadense. Pena que não rola uma Fiesta de Salmonela, como disse a bicha incrível do Queer Eye for the Straight Guy ontem na sessão recordar-é-viver.

Este aqui fez uma versão ornitorrinca de Amélie, hahah. Ótemo.

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain e mais uma porção de outros filmes ótimos para serem vistos ao ar livre (Janela Indiscreta!!) vão passar no VIVO Open Air, que começa dia 19. Eu vou. Alguém?