7.12.04

A difícil arte de dar um nome a um bebê. Eles dizem que você tem que olhar na cara dele e decidir. É dureza transpor a joelhice. Então a gente se concentra nos olhos. Nem sei. Não tenho muito apego à maternidade, mas estava de assistente para assuntos aleatórios do pai da criança hoje de manhã no berçário. Fiz com que ele ponderasse sobre algumas idéias absurdas. E no fim acabou sendo Enrique, sem H, o nome do meu primo-quase-sobrinho.

É realmente muito estranho ver aquela molecota que brincava de boneca com você parindo um bebê de verdade. Na minha lógica infantil é uma subversão quase. haha. Mas a gente acostuma. E eu já gostei dele de cara.