7.8.05



Medo. É o efeito Michael ao contrário. Ou então como faziam os árabes naqueles filmes de "outrora", um branquelo com heavy make. Nem vem.

Por falar em medo, eu ando com uma coleção bárbara de fobias. Medo de gente, no geral. Quanto menos tiver que conviver com elas, melhor. Pior é que agora tá difícil. Três anos trabalhando do meu quarto me transformaram nisso. Logo logo devo adotar a mania hiperhigiênica de uma amiga, que, se toca em qualquer coisa de "domínio público", desinfeta a mão imediatamente com seu desinfetante portátil que não resseca a pele.

Mas voltando ao medo original, fui lembrada hoje do Negrinho do Pastoreio. Uma história que me deixava muito deprimida e fóbica de gaúchos, cavalos malvados, formigueiros e da própria Nossa Senhora. Pobre negrinho, era um fodido do cu.