25.11.05

Eu adoro os católicos. São uma gente com gostos adoráveis.

Há uns dois dias atrás fiz outro daqueles exames memoráveis, sabe? Tipo o ultrassom transvaginal com médico-gatinho. Dessa vez era um ecodoppler dos membros inferiores (só as pernas, não esqueça que ainda não tenho um pau).

Tá.

Doutor comível de novo. Eu, crente que seria atendida por uma mulher, não me dei ao trabalho de depilar minhas pernas. Afinal de contas, para uma boa depilação é necessário alguns dias de cultivo. Toda garota sabe disso. Eu não queria gilettar. Mas enfim, né? Se eu soubesse, teria raspado. E foi algo, viu? 40 minutos ali. No quase-escuro. Doutor passando aquele gel gosmento do alto das minhas coxas até o tornozelo, quase. E depois passando em cima aquele negocinho de ultrassom. Acionei o domínio shaolin, mas achei que se tivesse um namorado assim, ia solicitar tal exame pelo menos uma vez por mês.

www.euthanasiaincambodia.com

E por que não, né?

24.11.05


adoro!

Muslim-Themed Doll Comes With Her Own Prayer Mat

23.11.05

Vou postar esse link pra eu ver de novo quando estiver sóbria. Eu acho que isso aqui não pode ser de verdade, pode?

Bush perdoa perus e os envia em viagem para Disneylândia

19.11.05

Pensamentos do dia...

Eu: tumor cerebral do tamanho de um melão cantaloup.
Ele: gripe aviária.

Preciso urgentemente ser desobsedada deste espírito hipocô que habita meu corpo há pelo menos uma década.

Ok. Só tirei um mini-bife. Nada mal para um absolute beginner. Mas, ai, que preguiça. Uma garota não pode ser privada de manicures/pedicures semanais (no máximo quinzenais) e uma depiladora de confiança. É a morte. Quanto tempo terei que viver empurrando cutícula por falta de saco ou alicate afiado? Socorro.

18.11.05

Meta do dia: aprender a fazer os pés e as mãos SOZINHA. Só eu e o alicate.

(o que me faz perceber que eu sou muito folgada e que na próxima fase - depilação self-serve com cera quente - vou me foder)

15.11.05

Ok, here it is.

"The Life Pursuit", released in the UK/Europe on Feb 6th by Rough Trade Records. Released a day later in the US by our old muckers at Matador Records. Spunk will be fulfilling Australasian duties as usual, with Trama covering Brazil and Toshiba in Japan.

The album tracklisting goes a little something like this:

Act Of The Apostle Part 1
Another Sunny Day
White Collar Boy
The Blues Are Still Blue
Dress Up In You
Sukie In The Graveyard
We Are The Sleepyheads
Song For Sunshine
Funny Little Frog
To Be Myself Completely
Act Of The Apostle Part 2
For The Price Of A Cup Of A Tea
Mornington Crescent

The album will be preceded by a single, "Funny Little Frog", on January 16th. Will it be released in a multitude of bizarre formats? Who knows?

A UK tour has already been announced (although 2nd nights have been added in Manchester and Dublin). Glasgow, London and Manchester are a bawhair off selling out, so if you're planning on getting tickets for those shows you'd better move quickly.

A US tour will be announced shortly. Then Europe. Then maybe Japan and Australia. Ah, the promotional merry-go-round.

Cryptic last bit: There will actually be another B&S album (of sorts) released before "The Life Pursuit". In three weeks in fact. But we can't say what it is for a couple of days.

Chris and Richard are also doing some DJ'ing soon as well, check out the News page on the website for more details.

That's it for now.

Thanks,
Belle and Sebastian.

E definitivamente eu me transformei em um travesti de épocas passadas: Silver Screen Loungerie.

Lendo The Autograph Man agora e gostando bééim, apesar da minha goyishness. E então Anxie manda isto: The curse of being labelled the 'new Zadie'. O que me faz pensar em várias coisas:

* Eu ando numa fase minorias étnicas, acho. Minorias que na prática são maiorias, globalmente falando.
* Eu prometo, de agora em diante, como jornaleirista, que evitarei o máximo possível o rótulo de "o novo alguma coisa", porque, visto assim de fora, dá muita preguiça mesmo.
* Eu acho um preguição também o hábito anglo-saxão de etiquetar tudo como grupos étnicos, em vez de abraçar tudo de uma vez, assim, como gente normal. O étnico é só um detalhe, não é mesmo minha gente? *
* O que mais me incomoda, lógico, é a etiqueta "latino/hispânico", no meu entendimento, nada mais que uma tentativa de enfiar burritos congelados e cds da selena goela abaixo de qualquer infeliz que tenha nascido no canto direito inferior do globo terrestre (assim, se você toma a Europa como o centro, comme il faut), sem choro e nem vela.

14.11.05

E é impossível não pensar se esta característica do pequeno Enrique foi herdada do pai. Hahahaha.

HAHAHAAHAH, coitada da Anna Kournikova:

Enrique Iglesias lança camisinhas tamanho P

Deve ter esperado uma "experiência religiosa", mas no final deu de cara com um hide the salami. HAHAHAHAHAHAHA.

super pobrinho, por pouco tempo, eu espero...



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8.11.05

Veja se você sabe diferenciar um inventor de linguagens de programação de um assassino serial: www.malevole.com/mv/misc/killerquiz.

Eu acertei 7/10, mas devo admitir que a maioria foi puro chute. Exceto pelo querido Chikatilo. Ele faz parte da minha trindade meda/horrora, junto com o Jeffrey Dhamer e o tal canibal alemão, Armin M, acho?

4.11.05

Mr. Sandman, send me some pills...

3.11.05

No país de bosta, puteiro mor, a moda agora é passar trotes para pessoas de idade. Daí dizem: "Seu neto foi seqüestrado. Se não pagar o resgate de R$ 10 mil ele morre".

Quando você resolve informar a polícia, acreditando nas maravilhas da tecnologia, descobre que esta prática anda super em voga dentre estelionatários e filhosdaputa de plantão.

"Moço, mas não dá pra rastrear a chamada?"

"Não. Meu conselho é por Bina. E esquecer do trote".

Tipo ouvir um tango argentino?

Meu cu pra esse país de lixo. Odeio o Brasil.

Ah é... pode ter sido uma ligação de uma prisão do Riidjanêro. "Sabe que eles têm celulares, né?". Que lindo isso. É a moda, disse o policial.

Não vejo a hora de fazer o Reginaldo Faria com GOSTO.

1.11.05

Que da internet quase nada se cria, quase tudo se chupinha, eu sei bem. Não vou dizer que nunca chupinhei nada no trabalho (atire a primeira pedra...), mas de texto de divulgação, pro divulgador, é quase sempre bom se você bota quase exatamente aquilo que o fulano escreveu. Se eu tenho que assinar, dou uma mudada básica. Acrescento uma ou outra coisa. Inverto parágrafos. Mudo palavras. Se não preciso assinar, boto quase ipsis literis. Mas aí é vantagem pro cara. Não é mesmo? A coisa sai exatatamente como ele quer.

Agora, usar um texto de divulgação chupinhado de uma matéria e sem o mínimo crédito ou menção ao autor, eu acho feio, BEM FEIO.

E qual não é minha surpresa quando descubro que uma matéria escrita há algum tempo por mim, sobre a Madeleine Peyroux, está sendo usada desvairadamente por aí, sem nem mesmo pedirem licença e para divulgação...?

No site do Teatro do Sesi, no site do Chevrolet Hall e no site do Ticketmaster.

Tsc...