Que da internet quase nada se cria, quase tudo se chupinha, eu sei bem. Não vou dizer que nunca chupinhei nada no trabalho (atire a primeira pedra...), mas de texto de divulgação, pro divulgador, é quase sempre bom se você bota quase exatamente aquilo que o fulano escreveu. Se eu tenho que assinar, dou uma mudada básica. Acrescento uma ou outra coisa. Inverto parágrafos. Mudo palavras. Se não preciso assinar, boto quase ipsis literis. Mas aí é vantagem pro cara. Não é mesmo? A coisa sai exatatamente como ele quer.
Agora, usar um texto de divulgação chupinhado de uma matéria e sem o mínimo crédito ou menção ao autor, eu acho feio, BEM FEIO.
E qual não é minha surpresa quando descubro que uma matéria escrita há algum tempo por mim, sobre a Madeleine Peyroux, está sendo usada desvairadamente por aí, sem nem mesmo pedirem licença e para divulgação...?
No site do Teatro do Sesi, no site do Chevrolet Hall e no site do Ticketmaster.
Tsc...

3 Comments:
Parece que o Sesi já tomou as suas dores e creditou.
De qualquer forma, existem milhares de Gabrielas Sampaio por aí.
Consulta um advogado, pois isso é plágio e dá um processo. Aí você entra em contato com as empresas responsáveis, diz que tem testemunhas e mostra as provas do que aconteceu, exigindo reembolso pelo artigo publicado sem autorização prévia do autor. É bom checar o seu contrato com o Taste também, porque pode ser que uma matéria feita para eles seja de propriedade deles e não sua.
O advogado pode ser útil pra te dizer o que vale mais à pena... processo ou acordo. Acho mais fácil acordo, mas não fazer nada é que num pode.
To passada com isso! Já fui em todos e deixei um comentário sobre isso na linha "que tal creditar o autor, hã?", hahaha.
credita na conta! ;)
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